O aplicativo fica com boa parte da margem
O app traz volume, mas cobra caro por isso e é dono do cliente. Quem pede por lá é cliente do aplicativo, não seu — na próxima vez ele abre o app, não lembra do seu nome.
Campanhas no Meta Ads e no Google Ads para pizzaria, hamburgueria, marmitaria e outros deliveries — segmentadas pelo seu raio de entrega e pelo horário em que o pedido acontece.
Delivery raramente perde por qualidade. Perde por lembrança e por timing — e esses dois se compram com anúncio bem feito.
O app traz volume, mas cobra caro por isso e é dono do cliente. Quem pede por lá é cliente do aplicativo, não seu — na próxima vez ele abre o app, não lembra do seu nome.
Impulsionar entrega o post para mais gente, sem raio definido, sem horário e sem objetivo. O dinheiro sai, o pedido não entra, e fica a impressão de que anúncio não funciona.
Delivery é disputa de bairro. Num raio de poucos quilômetros existem dezenas de opções, e todas cabem na mesma tela. Quem não aparece, não é lembrado.
Anúncio de delivery não precisa de público sofisticado. Precisa de três acertos simples — e é justamente onde a maioria erra.
Não adianta alcançar gente que você não atende. A campanha respeita o raio real de entrega, para o investimento ir só para quem pode virar pedido.
Existe hora de comprar comida. Anunciar às três da tarde para quem decide às oito da noite é gastar duas vezes: uma para ser visto, outra para ser esquecido.
Do anúncio para o WhatsApp ou para o cardápio, em um toque. Cada etapa a mais entre a vontade e o pedido é gente que desiste no caminho.
Tratar todo delivery como a mesma coisa é o erro que faz a campanha não sair do lugar. O que muda não é a comida — é o momento em que a pessoa decide comprar.
A decisão nasce com fome e morre em minutos. Mas até aqui muda: pizza costuma ser pedido de grupo, no fim de semana e com ticket maior; hambúrguer e xis são mais individuais e se repetem mais ao longo da semana. Combo e oferta clara pesam mais que texto bonito.
Aqui o cliente bom compra muitas vezes no mesmo mês. O almoço de segunda a sexta é rotina, não impulso. O trabalho é ser descoberto uma vez e virar hábito — perto de onde a pessoa trabalha, não só de onde mora.
Uns têm motivo e data marcada, com ticket maior e decisão mais lenta. Outros entram como sobremesa ou segundo pedido da noite. Nos dois casos, o calendário e a hora contam mais do que em qualquer outro delivery.
Respostas diretas, antes de você decidir qualquer coisa.
São coisas diferentes. No aplicativo você disputa atenção dentro de uma lista de concorrentes e paga comissão por pedido. Com anúncio próprio, o cliente vai direto ao seu WhatsApp ou cardápio, e o contato fica com você. Muitos negócios usam os dois, com pesos diferentes.
Depende de como você recebe pedido hoje. Pode ser WhatsApp, cardápio digital ou o próprio aplicativo. O critério é sempre o caminho mais curto entre ver o anúncio e fechar o pedido, sem etapa desnecessária no meio.
Sim, e o raio pequeno costuma ajudar. Quanto mais fechada a área, menos dinheiro é gasto com quem nunca poderia pedir. O ajuste é o contrário do que muita gente pensa: o problema quase nunca é falta de alcance.
Depende do seu raio, da concorrência no bairro e de quantos pedidos a sua cozinha dá conta por noite. Não faz sentido gerar mais pedido do que você consegue entregar no prazo. No diagnóstico definimos um valor sustentável para testar e ajustar.
Nem sempre. Muito delivery funciona bem levando direto para o WhatsApp, com o cardápio na conversa. O cardápio digital ajuda quando o número de itens é grande ou quando você quer reduzir o tempo de atendimento — mas não é pré-requisito para começar.
Me conta como você recebe pedido hoje, qual é o seu raio de entrega e onde aperta — se é movimento fraco no meio de semana, dependência do aplicativo ou margem curta. A partir disso eu avalio se o tráfego pago faz sentido para o seu momento.
Quero uma análise do meu caso